Já que estamos falando de gatos…

Sem categoria julho 10th, 2010

Phil&Ico

Pobre dinossauro

divertido, religião julho 9th, 2010

Aí o sujeito me perguntou assim:

- Sabe quem criou o dinossauro?

Juro que quase engasguei com a própria saliva.

Como assim, infeliz?

Quem criou o dinossauro?

Olhei pra cara do sequelado e percebi que não adiantava tentar explicar sobre a evolução das espécies, nem nada do gênero.

Resolvi entrar na dele.

-Conta aí. Quem criou o dinossauro?

- O diabo!

- Hã?

- É. Deus colocou dois exemplares de cada espécie criada por ele dentro da arca de Noé. Tinha algum dinossauro lá?

- Tá falando sério?

- Claro! Por isso que os dinossauros eram seres bestiais e nunca puderam ser domesticados.

Eu acho que vi uns gatinhos

divertido, religião julho 8th, 2010

- Clínica veterinária, bom dia.

- Bom dia. Preciso castrar minha gatinha e gostaria de saber como funciona.

- Bom, o valor é R$ 290,00 e tem mais algum custo de remédios. Você precisa deixá-la em jejum por pelo menos 8 horas. Sem comida e sem água. Traz pela manhã, nós operamos e você vem buscar de tarde, quando ela acordar.

- Ok. Ah! Ela entrou no cio pela primeira vez agora. Sumiu de casa no domingo e voltou hoje de manhã. Acredito que já esteja grávida.

- Ah, não. Então o doutor não faz.

- Mas eu já pesquisei na internet. Não tem nenhum problema. Desde que esteja logo no começo da gravidez, a operação pode ser feita sem nenhum risco pro animal.

- Mas aí ele não faz porque é ABORTO.

Filhos precoces?

desabafo, filhos, infantil maio 28th, 2010

Quem aí tem filhos “pequenos”?

Até quando podem ser considerados pequenos?

Quem determina este momento, nós, as mães, ou o mundo?

Eu tenho apenas uma menina, o que, posso garantir, não é pouco.

Fico me perguntando se as mães de meninos enfrentam as mesmas dificuldades. Eu tenho observado que meninos, pelo menos nessa primeira fase, quando se migra da infância para a pré adolescência, são bem mais tranquilos. Não ficam enlouquecidos com a Lady Gaga (maldita Lady Gaga), nem perdem horas na frente do espelho analisando se cada fio de cabelo está no lugar perfeito.

Parece que os meninos passam mais tempo envolvendo-se com as coisas simples da infância. Acho que são mais “desencanados”. Ou demoram mais para “encanar” com os mistérios da vida quase adulta.

Não estou aqui afirmando que a minha filha não é mais criança. Longe disso, eu espero.

Mas uma série de mudanças começam a despontar dissimuladamente no comportamento das meninas, nos forçando a aceitar uma das maiores verdades da vida: o tempo passa pra todo mundo.

Não acredito que seja possível estabelecer uma idade exata para identificar esta transição.

Ela ocorre aos poucos, no começo, e depois vem como um tsunami devorando tudo que encontra pela frente.

Cristo!

Cada criança tem sua própria hora para descobrir que a Xuxa é muito cansativa, chata mesmo.

Ao seu tempo, cada criança vai deixando de lado os minutos no parquinho para passar mais tempo no quarto, ouvindo música (maldita Lady Gaga).

As meninas, especialmente, não permitem mais que as enchamos a cabeça com lacinhos e amarrações esdrúxulas.

Em troca, começam a interessar-se por esmaltes.

Mas, será que isso é tão ruim assim?

Existem aqueles pais/mães radicalmente contra que crianças utilizem apetrechos definidos como exclusivos do mundo adulto.

Maquiagens e esmaltes são expressamente proibidos em algumas casas.

Eu acredito que, em determinado grau, devem até ser estimulados. Existe algo mais fantasioso do que o ato de se maquiar?

Para mim, ao pintar as unhas de maneira a imitar a mãe (ou a maldita Lady Gaga), ao colorir os lábios e as pálpebras, as meninas pequenas nada mais fazem do que dar asas à imaginação e brincar de faz de conta como convém a toda criança.

Óbvio que alguns cuidados devem ser considerados, como, por exemplo, garantir que isso seja apenas uma brincadeira. Nunca uma obrigação. Averiguar a qualidade dos produtos, pois estarão em contato com a pele das crianças. E estabelecer limites de tempo e espaço para estas brincadeiras.

Fora isso, pouco podemos fazer além assistir o tempo passar, orientar o melhor caminho, e torcer para que ele seja seguido.

http://www.dasmariasblog.pop.com.br

Novidades sobre o Luluzinha Camp

Sem categoria maio 25th, 2010

Pra quem ainda não sabe, o Luluzinha Camp é um evento que reúne mulheres para discutir e trocar ideias sobre tecnologia e mídias sociais.

Foi criado pela Lúcia Freitas e já ocorre em várias cidades do Brasil.

Pela 1ª vez em Santa Catarina, o Luluzinha acontecerá dia 19 de Junho, em Tubarão, no Café com Pinga, a partir das 16h.

A taxa de 15 reais incluí, além das atividades que ainda estão sendo definidas, um café delicioso.

Mas a gente vai lá mesmo é pra conversar, né, meninas.

A Ju Dacorégio e a Leticia Matos tão me ajudando na organização. E, além delas, várias meninas estão dando a sua contribuição através de posts como os da Maíra Rabassa e da Ju Bettini, ou divulgando mesmo na mídia tradicional, como a Cintia Teixeira, que já emplacou nota do evento no Diário do Sul.

Estamos em busca de colaboradores para tornar o Luluzinha Camp SC ainda mais interessante.

A Silvana Oliveira, que é Diretora de Vendas Independente Mary Kay, já anunciou que vai oferecer uma sessão de cuidados com a pele, com horário a ser agendado, para as primeiras 30 inscritas, além de sortear um brinde surpresa da Mary Kay.

Então corre pra preencher o formulário de inscrição e não ficar de fora, porque as novidades não param de chegar.

E pra ficar por dentro de tudo que está acontecendo sobre o Luluzinha Camp SC, é só seguir o @luluzinhacamp.

A partir de agora, todas as informações sobre o encontro serão divulgadas a partir do site oficial do Luluzinha Camp.

Luluzinha Camp SC

Blog, comunicação digital, divertido, mulher, salto alto maio 17th, 2010

Olá, meninas.

Finalmente chegou a vez de realizarmos o 1º Luluzinha Camp em terras catarinenses.

O evento, que já acontece em vários estados do Brasil, foi criado pela jornalista Lúcia Freitas e reúne mulheres interessadas em discutir assuntos relacionados à internet.

Como temos observado um crescente interesse da mulherada aqui da região sobre blogs, Twitter e afins, concluímos que finalmente chegou a hora de realizarmos o nosso Luluzinha Camp.

A data será dia 19 de Junho, acompanhando o calendário nacional das Luluzinhas. E a taxa de inscrição é de R$ 15,00.

O tema deste encontro é meio-ambiente, mas é claro que a gente quer mesmo conversar é sobre web.

O local ainda não foi definido, pois precisamos ter uma previsão de quanta gente vai participar antes de decidir por algum lugar.

Mas podemos adiantar que será em Tubarão e estamos buscando patrocínio para garantir o transporte das Lulus de Cricúma.

Quem quiser participar, precisa preencher este formulário, e nós entraremos em contato.

Também estamos preparando outras surpresas para agitar as meninas até o dia do Luluzinha Camp.

Logo, logo, anunciamos as novidades e, também, a programação total do evento.

Imagem fofa da semana

beleza, cores, divertido, infantil maio 14th, 2010

Quem quiser conhecer mais sobre o trabalho dos moços, pode viajar por aqui

Projeto Ficha Limpa X Direito dos presos ao voto

crítica, desabafo, direitos, respeito maio 3rd, 2010

To sabendo que vou mexer em um vespeiro. Afinal, o protesto vem sempre como um rolo compressor quando se vai contra a opinião da maioria.

Também não to querendo me fazer de “grande coisa” por levantar uma questão que quebra a unanimidade (aquela que é burra, lembram?) acerca de um determinado assunto.

Posso estar escrevendo uma grande m&*d@, e pra isso existem os comentários. Exatamente pra me esfregar na cara essa ignorância que nasce com todos, e acompanha alguns até o caixão.

Mas… pensem comigo:

A legislação garante ao preso o direito do voto, desde que sua condenação não seja em caráter definitivo. Para garantir o direito destes pobres e injustiçados presos existem os grupos de defesa dos direitos humanos e blablabla.

O que é a democracia senão o direito que cada um tem de escolher seus representantes e por estes ter seus interesses defendidos?

Então, não parece bastante contraditório garantir o direito ao voto a uma determinada classe (marginal também é gente), mas privá-la de qualquer possibilidade de eleger aqueles que de fato a representam?

Se o Projeto Ficha Limpa proíbe políticos condenados em primeira instância (inocentes até que o processo transite em julgado) de concorrerem a cargos eletivos, se proíbe de se candidatarem ao poder público aqueles cuja conduta tenha sido declarada incompatível com o decoro parlamentar, independentemente da aplicação da sanção de perda de mandato, que opção sobra aos detentos para representá-los?

Que máscara democrática é essa que dá e tira ao mesmo tempo?

Como os coitadinhos dos presos poderão se organizar e ter suas reivindicações atendidas se não têm ao menos a opção de votar em seus semelhantes?

E antes que os xingamentos comecem, não, eu não sou a favor de que este bando de pilantra que nos aborda a cada eleição em busca do voto (que, infelizmente, para muitos não passa do ato de apertar em um botão) continue impune, cometendo atrocidades. Mas há de se ter coerência, sempre.

Se bandido não pode se candidatar, bandido também não pode votar.

Carta ao Sr. Anderson Birman

desabafo, direitos, respeito, salto alto abril 11th, 2010

Caro Sr. Anderson Birman, a primeira coisa que gostaria de lhe dizer é que eu amo a Arezzo.

Sou o tipo de mulher que considera que um sapato não é (nunca) apenas um acessório que serve para proteger os pés.

Entendo que a escolha por um determinado par de sapatos representa muito sobre nossa personalidade, temperamento e anseios.

Não é a toa que toda a mágica da Cinderela concentra-se no sapatinho de cristal. O sapato, muitas vezes, é um amuleto.

Mas, tudo isso o Sr. sabe muito melhor do que eu.

Outra coisa que gostaria de lhe dizer é que eu sou o tipo de mulher fiel às suas escolhas. Em todos os campos.

Para a Arezzo, sou aquilo que o pessoal do marketing chama de lover.

Eu não sou (ainda) nenhuma Imelda Marcos, mas, na minha singela coleção destas peças a Arezzo possui lugar de destaque. E, o que é melhor, tanto o gosto por sapatos quanto a admiração pela Arezzo foram herdados de minha mãe.

Aqui em casa temos uma tradição de almoçar no shopping todo sábado, em geral, apenas as mulheres. Uma de nossas primeiras necessidades ao chegar ao shopping é a visita à loja da Arezzo. Infelizmente, nem sempre realizamos uma compra, mas sempre desejamos.

Foi por esse motivo que fiz questão de assistir à sua palestra durante o último Donna Fashion DC, no Shopping Beira Mar, em Florianópolis.

Não sou uma pessoa de fazer muitos elogios, e acho que já fiz bastante.

Mas, talvez o Sr. esteja se perguntando, pra que tudo isso?

Ontem comprei um sapato lindo. Um modelo Oxford, cinza, de salto. Lindo.

Saí para jantar e ao chegar em casa percebi que o sapato estava descosturando.

Isso não deveria acontecer, principalmente porque algumas pessoas (namorado) que viram, comentaram com desdém que eu realmente não deveria pagar tão caro por um sapato, já que este descostura tanto quanto qualquer outro.

Claro que eu fiquei triste. Mas me senti segura, por ter certeza que tudo seria resolvido de forma satisfatória. Afinal, eu tenho uma relação com a Arezzo há anos.

Hoje fui a loja comunicar o defeito. Tanto a vendedora quanto a caixa da loja (não havia nenhuma gerente por lá) me informaram que eu precisaria deixar o sapato na loja para que elas reportassem o defeito à fábrica. Segundo as mesmas, em até 30 dias eu receberia uma resposta que, provavelmente seria favorável à troca, uma vez que o defeito é notável.

Contudo, me preveniram que a mercadoria precisaria ser trocada por outro modelo, pois não existia mais nenhum par do mesmo na loja.

Devido a uma exigência minha, escreveram em um  papelzinho de recados que “sapato foi deixado na loja para fazer análise de defeito. 11/04/10 Prometido para o prazo de 30 dias no máximo”. Carimbado e assinado pela caixa.

Eu, que no sábado saí da loja satisfeita, carregando uma sacola com um belo par que representava perfeitamente aquilo que eu desejava, hoje vim para casa com um bilhetinho mal escrito.

Eu sei que a Lei de defesa do consumidor dispõe de um prazo de 30 dias para que a empresa sane o vício do produto, realize a troca ou restitua a quantia paga. Portanto, não se trata de uma ilegalidade.

No entanto, já me vi nessa mesma situação de troca diante de outras empresas que, gentil e inteligentemente resolveram meu problema na mesma hora. Há uns dois anos ganhei de presente do meu namorado um vestido lindo, de uma marca reconhecida nacionalmente. O vestido estava rasgado e fui até a loja, da mesma forma como ocorreu agora com a Arezzo. Naquela ocasião, a tal loja, que também se trata de uma franquia, realizou a troca na mesma hora, permitindo que eu escolhesse outro produto.

Hoje eu vim para casa frustrada. Triste.

Pensei em exigir, na loja, o cancelamento da fatura do cartão. Não fiz isso por um único motivo: geraria uma discussão que terminaria com a minha decisão por não comprar nunca mais naquela loja e, provavelmente, em nenhuma outra da Arezzo.

Eu realmente não quero isso.

Eu amo a Arezzo.

Quando cheguei em casa, meu pai perguntou como a situação havia sido resolvida e, ao saber que eu precisaria esperar por, quem sabe, até 30 dias, ameaçou ir até a loja amanhã para exigir o cancelamento da fatura do cartão de crédito.

Eu lhe pedi que não fizesse isso.

Talvez a Arezzo não tenha uma relação comigo. Talvez nem saiba que eu existo e nem se importe comigo.

Mas, eu tenho um relação com a Arezzo. Relação esta que não quero romper.

É como um namoro que começa a dar sinal de desgaste.

Um dos primeiros sinais é a falta de respeito.

Bem, como eu amo a Arezzo, peço encarecidamente: Não façam isso comigo. Eu não quero me separar de vocês.

UPDATE

Em 3 dias a loja me ligou para avisa que a troca já estava autorizada.

No dia seguinte, a própria Arezzo entrou em contato para saber como as coisas estavam indo, e eu disse que estava tudo ok. Que assim que tivesse um tempo iria à loja efetuar a troca.

Acha que ficou tudo bem?

Enganou-se.

No sábado fui buscar o novo par e, chegando lá, tive uma ótima surpresa ao ver que havia mais um do mesmo modelo.

Ótimo! Era exatamente o que eu queria.

Adivinha?!

Este também tinha defeito. O couro era diferente de um lado de um dos pés. Horrível.

Pena.

Gostei de um outro modelinho.

Mais problema. Era R$ 70 mais barato e eles se recusaram a dar um vale neste valor para que eu pudesse descontar em uma compra futura. Tinha que liquidar a compra ali, naquela hora.

Mas… putz… não existe sapato da Arezzo por R$ 70.

Por sorte, achei um outro modelo. Lindo. R$ 40 mais caro.

Ok! Eu pago a diferença.

Agora senta, porque o susto é grande.

Este também tinha um defeito. Desta vez, no zíper.

Fiquei P da vida. E a moça do caixa ainda teve a cara de pau de me dizer que todo produto pode ter defeito.

Fala sério!

Um sapato de R$ 260 não pode ter defeito. E três sapatos na mesma loja, então.

Ou é piada ou é incompetência.

Ou falta de respeito com o consumidor, mesmo.

Mas isso não foi o pior. A infeliz do caixa ainda teve a audácia de dizer que tinha sido um azar meu.

Fala sério, né.

Então, é o seguinte, na hora que eu estava saindo da loja, pronta para deixar a troca para um outro dia, vi um modelo lindo na vitrine. E, pra provar que eu sou uma mulher de sorte, por exatamente o mesmo preço que eu precisava trocar.

Analisei o par por uma meia hora (brincadeira), para me certificar de que não era defeituoso, e… voilà! Trouxe para casa.

Não sem antes avisar as vendedoras que  não voltaria a comprar na loja.

Agora, gostaria de fazer uma pergunta à Arezzo.

A loja Arezzo do Farol Shopping, em Tubarão, é uma ponta de estoque disfarçada ou a qualidade dos produtos da marca realmente caiu muito?

Espero que a resposta sirva para definir se eu apenas não compro mais na loja de Tubarão ou se nunca mais compro nenhum sapato Arezzo.

:(

ESTRELA

Gutemberg Geraldes março 10th, 2010

ah! esse teu olhar

a espelhar o meu

a movimentar

essa imensa ilusão

que faz com que a vida seja assim:

feita pra brilhar

pronta para mim.

você enrrubra os lábios

e sai, se exibindo, por aí.

pra me seduzir,

pra reconduzir

minha vida ao mar.

em suas voltas e idas

sempre a naufragar

vento a tempestar

basta um riso seu

e calmaria.

um olhar então,

poesia.

* Gutemberg Geraldes é poeta, publicitário e professor universitário, autor do extinto blog Andarilho Errante e doutorando em Ciências da Linguagem. A partir de agora passa a postar regularmente no Penso em Tudo.

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